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Como usar uma estratégia omnichannel para gerar benefícios a empresa

Existem vários estudos sobre o que é estratégia omnichannel. Mas, independente das análises, omnichannel é a junção dos canais de venda e de comunicação com o objetivo de entregar uma experiência melhor ao cliente.

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Em um mundo com vários canais de comunicação, atender o cliente com agilidade e excelência é essencial para o sucesso e a competitividade do negócio a longo prazo.

Um estudo global feito pela Microsoft mostrou que 56% dos consumidores deixaram de comprar uma determinada marca por causa de uma experiencia negativa no atendimento ao cliente. Por isso, fatores como empatia, humanização e padronização de qualidade no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) são tão importantes.

Muito além de estar em todos os canais de venda, é importante saber como desenvolver uma estratégia omnichannel que esteja alinhada com a realidade da empresa e atenda as particularidades dos clientes.

Como criar uma estratégia omnichannel

  • Analise seus canais de atendimento

Antes de criar uma estratégia omnichannel nos canais de comunicação, é preciso entender quais são as plataformas mais apropriadas para o perfil do negócio e do próprio cliente. Da mesma forma que o Whatsapp é um aplicativo que facilitou o mundo dos negócios, o e-mail ainda é uma ferramenta muito usada pela facilidade e credibilidade do registro.

Invista em plataformas que vão trazer retorno e que será útil para a equipe operacional na hora de atender o cliente com a máximo qualidade.

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  • Conheça o cliente

Não há como criar uma estratégia omnichannel sem conhecer quem é o cliente. Enquanto há pessoas que não vivem sem celular e preferem fazer tudo pela internet, há ainda consumidores mais cuidadosos que precisam de um contato presencial ou telefônico. Depois de entender essas e outras particularidades do público, fica mais fácil implementar um sistema omnichannel que funciona.

  • Treine a equipe de atendimento

Invista em treinamentos para a equipe estar sintonizada, tanto no meio online quando offline. A consistência de informações, assim como um padrão de qualidade bem definido, com resolução de problemas, metas de tempo de resposta e diferenciais na maneira de atender, contribui para entregar uma experiencia positiva para o consumidor.

Se o atendimento da empresa for bom, a imagem da organização também terá uma percepção positiva do público.

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Redes e Mídias Sociais: quando usar cada termo?

Atualmente, muito se ouve falar nos termos Redes e Mídias Sociais, já que eles se tornaram importantes ferramentas de relação social e de negócios. Por isso, é comum a confusão ao tentar defini-las ou compreender que se tratam de coisas diferentes.

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Pode parecer algo simples, mas para ter um desenvolvimento maior de campanhas e melhorar técnicas impulsionamento na internet, é importante entender o que são e como funcionam cada um dos termos.

Redes Sociais

O termo rede social, basicamente, significa criar um relacionamento com as pessoas compartilhando valores e objetivos em comum, não sendo necessário estar conectado à internet. A família, assim como o ambiente de trabalho, são exemplos de relacionamentos sociais.

Com o avanço da tecnologia e implementação da mesma em nosso cotidiano, essas conexões passaram a se formar também pela internet. Um site de relacionamento ou rede social, é o local onde é possível se conectar com outras pessoas ou grupo de indivíduos por meio de um perfil com o intuito de compartilhar conteúdo.

Dessa forma, as interações que antigamente se restringiam à vida offline, como encontros em bares e restaurantes, passou a acontecer também de modo online. Para isso, basta o acesso às plataformas como Facebook, Youtube, Instagram e Linkedin.

Mídias Sociais

As mídias sociais, por sua vez, são definidas como um meio de veiculação e descentralização de informações – gratuitas e pagas – e mensagens. O termo surgiu em 1990 quando as empresas de mídias tradicionais começaram a perder espaço para a tecnologia digital.

O principal objetivo dessas mídias é a criação, divulgação e compartilhamento de conteúdo que possibilitam a interação do público sem o envolvimento de relações sociais. Dessa forma, quando nos referimos à ambientes digitais conectados por meio da internet,  estamos nos referindo ao termo mídias sociais.

Por isso, as plataformas de mídias sociais entre usuários logados é caracterizada pela criação de redes de relacionamento. Sendo assim, as já citadas redes sociais são encaradas como uma parte do que chamamos de mídia social.

Leia também: Saiba como usar o tráfego orgânico para gerar acessos ao seu site

Como as relações ocorrem é a principal diferenças entre redes e mídias sociais

Como explicado, as mídias sociais correspondem à qualquer canal onde a interação ocorra. O mesmo também pode ser dito das redes sociais, mas é preciso saber diferenciar os modos como as interações acontecem.

No caso das redes sociais, a relação entre usuários é o foco principal, sendo esse o motivo de sua criação. Por isso, é comum que os sites desenvolvam cada vez mais ferramentas para que as interações aumentem, de modo que as pessoas se aproximem.

Já com as mídias sociais, apesar de ocorrerem trocas de informações entre pessoas, essa relação é menos fervorosa. Um exemplo para elucidar essa diferença é o modo como sites e blogs desenvolvem suas interações por comentários. Nessa área, é possível que usuários compartilhem opiniões e informações entre si, mas isso ocorre de modo mais restrito e limitado.

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Saiba como usar o tráfego orgânico para gerar acessos ao seu site

Estima-se que os sites que aparecem em primeiro nos mecanismos de busca recebem mais cliques do que os demais, assim, quando mais pra baixo o site estiver menos visita receberá. Todas as visitas que um portal ou site recebe de forma espontânea – sem investimento em anúncios – são consideradas tráfego orgânico.

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Através de ferramentas de desempenho, como o Google Analytics, é possível saber qual a origem dos acessos. Essas conexões podem ser fonte de:

Tráfego direto: quando as pessoas acessam o endereço do site pela barra do navegador;

Tráfego referência: quando a pessoa clica em um link, existente em outro site, que direciona para o seu;

Tráfego social: que acontece a partir das redes sociais.

A mídia paga é muito eficiente para resultados imediatos, porém o investimento em tráfego orgânico alcança um bom lugar nos primeiros resultados de busca.

Dicas para gerar tráfego orgânico

Apesar de não haver um guia prático do que funciona, existem ações que ajudam no crescimento de acessos espontâneos.

  • Conheça o público

Uma das vantagens do tráfego orgânico é trabalhar para clientes em potenciais. Porém, para ter insights assertivos, é necessário conhecer o comportamento do público adequando o planejamento para atingir resultados mais precisos.

  • Aposte no mobile

A utilização de celulares e tablets para acessar à internet tem controlado uma parcela considerável de fontes de acesso. Por isso, é fundamental ter páginas adequadas e de carregamento rápido para a boa experiencia do público.

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  • Esteja nas redes sociais

Ter um perfil comercial no Facebook, Instagram e Twitter – utilizando as estratégias de comunicação adequada para cada plataforma – impulsiona o crescimento orgânico e estabelece uma boa relação com o público. Esse é um ponto importante para que as marcas sejam lembradas na hora de escolher um produto.

  • Planeje com base nas regras do Google

É necessário trabalhar estudos de comportamento e estar sempre atualizado em relação aos critérios do Google. Estratégias de SEO estão aliadas a um crescimento orgânico adequado. Por isso, vale produzir conteúdos com foco em otimização, melhorar aspectos de navegação e velocidade, planejar palavras-chave, analisar arquitetura de informações do site e produzir bons títulos e metas-descriptions.

  • Invista em diferentes plataformas e formatos

E-mail marketing, redes sociais e links de referência em outros portais podem melhorar o crescimento de acesso. Por isso, é importante conhecer as possibilidades, escolher as que se adequam melhor aos objetivos da empresa ou marca, fazer um bom planejamento e apostar na multiplicidade.

  • Aposte em conteúdo

Uma boa pesquisa de palavras-chave, e-mail marketing e melhoria na velocidade de carregamento são ótimas medidas de otimização, porém, é o conteúdo que fideliza o público. Por isso, aposte em criatividade, linguagem adequada, informações claras e confiáveis e Call To Action (CTA).

  • Análise de dados

Fazer uso de ferramentas de análise é essencial para acompanhar os resultados, manter ou ajustar as ações. O tráfego orgânico tem resultados a longo prazo, porém acompanhar os indicadores desde o começo é decisivo para o sucesso de conversão.

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Entenda o que é e quais os tipos de certificação SSL

SSL – Secure Socket Layer – é uma sigla em inglês que se refere ao mecanismo de criptografia criado para aumentar a segurança dos dados compartilhados na internet, ou seja, todos os dados cruzados em sites com certificação SSL ativa estão mais protegidos em comparação aos demais.

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Mesmo que alguém tenha acesso aos dados no meio do caminho, não conseguirá decifrá-los por ser uma criptografia difícil de ser quebrada.

A segurança dos sites é um fator essencial para as empresas que estão na internet. Páginas sem um certificado de segurança digital podem colocar em risco as informações pessoais de seus consumidores. Além disso, essas certificações influenciam os resultados das buscas.

A página com certificação SSL com validação de domínio ou de organização, apresenta a indicação de um cadeado acompanhado da palavra ‘seguro’ e o endereço iniciado por ‘https’.

Tipos de certificação SSL

Há vários tipos de certificação SSL, com diferentes níveis de proteção de dados. Os três mais comuns são:

  1. Validação de domínio

O certificado SSL mais comum, encontrado na maioria dos sites. Apresenta nível de proteção básico e o seu objetivo é validar o nível de confiança do domínio. É indicado somente para pequenos sites e blogs em que não há transação de dados bancários.

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2.Validação de organização

Esse tipo de certificação possui um nível intermediário de segurança, pois além de validar o domínio também verifica as informações associadas a organização. Empresas de médio porte e e-commerces devem optar por essa alternativa

3. Validação estendida

A mais completa de todas as certificações SSL. Nesse caso, tanto a empresa como o site passam por um processo de certificação mais rigoroso para conseguir o nível mais alto de SSL do mercado. Ideal para lojas virtuais com tráfego intenso e empresas de grande porte.

Importância da certificação SSL na busca orgânica

O Google anunciou que o seu navegador – Google Chrome – consideraria sites sem a certificação como não seguros e avisaria o consumidor. Além disso, o sistema de ranqueamento das páginas foi modificado para priorizar sites que tivessem o certificado SSL. Dessa forma, empresas que não possuíam a declaração perderão posições nas páginas de resultados do Google, consequentemente, perdendo também visitas e vendas.

O objetivo por trás do sistema de ranqueamento é proporcionar uma experiência melhor para o usuário, posicionando em primeiro lugar os sites mais seguros e com conteúdo relevante, e isso inclui a criptografia de informações.